Nostalgia, agilidade, acelero
Cocaína, velocidade, desespero
O Suicida em meu peito, veneno
Paradigma, suspeito hipertenso.
Assis, Giovane.
domingo, 1 de janeiro de 2012
Amamento-te.
Não se importas com minha casca, de sorteio?
Então, saboreie o recheio.
Assis, Giovane.
Então, saboreie o recheio.
Assis, Giovane.
Fechou a Concha, Ficou Na Vaga.
O choro de uma tarde nublada
A poesia pulsa, surda, calada.
Assis, Giovane.
A poesia pulsa, surda, calada.
Assis, Giovane.
Boêmia Dita, Verso Escrito.
Pulmão cancerígeno, sangue etílico
Padrão prescrito, disse, eu lírico.
Assis, Giovane.
Padrão prescrito, disse, eu lírico.
Assis, Giovane.
Dia Novo, Toda Vida.
Troquem os calendários, quebrem as matrizes?
Olhe que ordinário, não é como nos dizem...
Tudo está calado, tudo está infame
Fomos sabotados...somos o instante.
Assis, Giovane.
Olhe que ordinário, não é como nos dizem...
Tudo está calado, tudo está infame
Fomos sabotados...somos o instante.
Assis, Giovane.
Bigorna, Peneira, Borracha.
Sub
Strato
Do
Perder.
Sobre
O
Fato
De
Vencer.
Tri
Um
Far
Do
De
Querer.
Se
Usa
Do
Meu
Viver.
Me
Des
Faço
Em
Poder.
Pra
Esquecer
- Me
Do
Seu
Ser.
Assis, Giovane.
Strato
Do
Perder.
Sobre
O
Fato
De
Vencer.
Tri
Um
Far
Do
De
Querer.
Se
Usa
Do
Meu
Viver.
Me
Des
Faço
Em
Poder.
Pra
Esquecer
- Me
Do
Seu
Ser.
Assis, Giovane.
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Altos e Baixos.
Você não sabe o que fazer, nem pra onde ir
Você não sabe quem te fez, só sabe que está aqui
Talvez o mundo diga quem tu es, e você se cale feito seu juiz
Que sempre se cala de um jeito qualquer
Sem ânimo nem pressa de reconstruir
Talvez a vida venha te mostrar qual é
A estrada certa que deve seguir.
Ao passar dos anos, mudaram-se os planos
Agora já sabe pra onde quer ir
Só não sabe direito ainda onde estamos
E se tudo um dia vai se concluir
Mas já teve conquista que te fez crescer
Lutou pelos teus sonhos sem se poluir
Com rudes pensamentos sobre o teu ser
Que as vezes se limita quando quer surgir
Perguntas e respostas pra se compreender
E das tuas ruínas conseguir fugir.
Agora eu vi você se reconstituir
Das cinzas do passado
Não tratou de prosseguir
Deixou-se novamente de lado
Se enganou, foi se iludir
Com flechas de mal olhado
Escorregou, e ainda está aí
Servindo o ditado
Que dizia que quem está no alto
Um dia pode cair.
Ainda bem que o tempo passa
E o suspiro de uma dor também
Finalmente evaporou a brasa
Das maldades que invejam o bem
O presente agora es tua casa
Cuide bem dela pois es o que tens
Deixe que tudo passe como uma cascata
Beba da aguá que mais lhe convém.
Assis, Giovane.
Você não sabe quem te fez, só sabe que está aqui
Talvez o mundo diga quem tu es, e você se cale feito seu juiz
Que sempre se cala de um jeito qualquer
Sem ânimo nem pressa de reconstruir
Talvez a vida venha te mostrar qual é
A estrada certa que deve seguir.
Ao passar dos anos, mudaram-se os planos
Agora já sabe pra onde quer ir
Só não sabe direito ainda onde estamos
E se tudo um dia vai se concluir
Mas já teve conquista que te fez crescer
Lutou pelos teus sonhos sem se poluir
Com rudes pensamentos sobre o teu ser
Que as vezes se limita quando quer surgir
Perguntas e respostas pra se compreender
E das tuas ruínas conseguir fugir.
Agora eu vi você se reconstituir
Das cinzas do passado
Não tratou de prosseguir
Deixou-se novamente de lado
Se enganou, foi se iludir
Com flechas de mal olhado
Escorregou, e ainda está aí
Servindo o ditado
Que dizia que quem está no alto
Um dia pode cair.
Ainda bem que o tempo passa
E o suspiro de uma dor também
Finalmente evaporou a brasa
Das maldades que invejam o bem
O presente agora es tua casa
Cuide bem dela pois es o que tens
Deixe que tudo passe como uma cascata
Beba da aguá que mais lhe convém.
Assis, Giovane.
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