Sinto as vezes, pena
Do que acabou
E não voltarás.
Vem feito um problema
Ou pra esquecer a dor
Pra te equilibrar.
Vem dominando a cena
Que você inventou
Te faz improvisar.
Te faz perder a tena
Te faz parar o show
Te faz delirar.
Talvez você entenda
Talvez não se encontrou
Talvez, te encontrarás...mas,
Precisa ter consciência
De que tudo mudou
E sempre mudará.
É preciso inteligência
Razão, e ser ator
Pra poder encarar.
Talvez você se lembra
Talvez esqueceu o amor
Pra se reinventar.
Com a mais pura essência
Dos tempos de rancor
Que não existe mais.
Espero que tenha ciência
Que a vida tem valor
Mas não é de se comprar.
Funda as experiências
Com a arte e o amor
Isso sim, que é ganhar.
Assis, Giovane.
domingo, 4 de dezembro de 2011
domingo, 27 de novembro de 2011
Delira-me.
Eu quero ver o meu amor voltar
De um passado que eu não vi passar
Eu quero ver, ela voltar.
Por entre os laços que se desfizeram
Por medos, erros, que um dia te puseram
Onde eu não podia alcançar.
Acho que estou delirando por ti
Pena que essa brisa hora ou outra vai passar
E talvez, não volte mais
Então me deixa aproveitar
Um breve instante da sua paz
Que me leva pro melhor lugar
Onde nem eu mesmo sei explicar.
Quero abrir os olhos só pra ver o teu olhar
Diante dos teus olhos eu não posso interpretar
Mais nada, além de mim.
Sinto-me tão bem, espero nunca acabar
O meu eu em você, o seu ser, meu estar
Agora, não pense no fim...
Deixe que a vida peça a conta pra zarpar
Não pense nas ruínas que se encontram em seu lar
Pois sempre, sempre será assim.
Não importe o quanto lute
Sempre cai pra levantar
Mas essa é a charada
Só não pode demorar
Pois o tempo, não para pra si.
Assis, Giovane.
De um passado que eu não vi passar
Eu quero ver, ela voltar.
Por entre os laços que se desfizeram
Por medos, erros, que um dia te puseram
Onde eu não podia alcançar.
Acho que estou delirando por ti
Pena que essa brisa hora ou outra vai passar
E talvez, não volte mais
Então me deixa aproveitar
Um breve instante da sua paz
Que me leva pro melhor lugar
Onde nem eu mesmo sei explicar.
Quero abrir os olhos só pra ver o teu olhar
Diante dos teus olhos eu não posso interpretar
Mais nada, além de mim.
Sinto-me tão bem, espero nunca acabar
O meu eu em você, o seu ser, meu estar
Agora, não pense no fim...
Deixe que a vida peça a conta pra zarpar
Não pense nas ruínas que se encontram em seu lar
Pois sempre, sempre será assim.
Não importe o quanto lute
Sempre cai pra levantar
Mas essa é a charada
Só não pode demorar
Pois o tempo, não para pra si.
Assis, Giovane.
Por Todo Céu.
Mas que sabedoria
Não vejo todo dia
Uma garota assim
Quem saiba seja minha.
No início foi tão fria
Logo, amoleceu
Percebeu que eu poderia
Enfim, ser teu "Romeu".
Mas as vezes essas formas de malícia
Que se espalham pelas missas de mulheres que se dão
À um pequeno amor...
Mas deixo claro, coloco a minha cara explícita
Com rimas que entrelaçam decorando sua dor.
"Como te enganas, meu amor é chama
Que se alimenta, no voraz segredo
E se te fujo, é que te adoro louco
Es bela - eu moço
Tens amor - eu medo."
Quebra-me a rotina
Às margens da vida
Da qual não mais valia
Da qual não mais havia mel.
Desperta-me poesia
Gravo-te em tintas
Nas telas, belas linhas
Que durará por todo céu.
Assis, Giovane.
Não vejo todo dia
Uma garota assim
Quem saiba seja minha.
No início foi tão fria
Logo, amoleceu
Percebeu que eu poderia
Enfim, ser teu "Romeu".
Mas as vezes essas formas de malícia
Que se espalham pelas missas de mulheres que se dão
À um pequeno amor...
Mas deixo claro, coloco a minha cara explícita
Com rimas que entrelaçam decorando sua dor.
"Como te enganas, meu amor é chama
Que se alimenta, no voraz segredo
E se te fujo, é que te adoro louco
Es bela - eu moço
Tens amor - eu medo."
Quebra-me a rotina
Às margens da vida
Da qual não mais valia
Da qual não mais havia mel.
Desperta-me poesia
Gravo-te em tintas
Nas telas, belas linhas
Que durará por todo céu.
Assis, Giovane.
Baião "La Libertad".
Eu quero ver o mal se afogar
Nestas marés de amor e paz
Eu quero ver o amor manifestar
A poesia que ele nos tras.
Quero aprender o caminho para o céu
Mas que céu é este? Diga-me irmão?
Que céu é este? Tantos outros há ao léu
Porque neste céu, só vejo bicho e avião.
A chuva que chega chora
O sol querendo sorrir
O vento que chega, assopra
O tempo que está por vir
Espero que vá embora
Os males que a zumbir
A alma de quem implora
E esquece de existir
Não sabe se é dentro ou fora
Que está sua cicatriz
Espero que encontre logo
O remédio pra ser feliz.
Estou entre irmãos, não tenho o que me preocupar
Pois aonde vou, sempre tem um pra me salvar
Quem não tem culhões, é um covarde sem ciência
Que usa palavrões, e usa sempre a violência
Mas digo pra você que sua vida é passageira
Ninguém vai se lembra, será varrido com a sujeira
E se os ematômas do ego não cicatrizar
É porque bem lá no fundo, você sabe se amar.
Me põe na cama, me leve, para o seu lar
Me dê o drama, carregue, tudo pro altar
Saia da lama, rupestre, é só se polarizar
Sente a trama, apresse o metaforizar.
Assis, Giovane.
Nestas marés de amor e paz
Eu quero ver o amor manifestar
A poesia que ele nos tras.
Quero aprender o caminho para o céu
Mas que céu é este? Diga-me irmão?
Que céu é este? Tantos outros há ao léu
Porque neste céu, só vejo bicho e avião.
A chuva que chega chora
O sol querendo sorrir
O vento que chega, assopra
O tempo que está por vir
Espero que vá embora
Os males que a zumbir
A alma de quem implora
E esquece de existir
Não sabe se é dentro ou fora
Que está sua cicatriz
Espero que encontre logo
O remédio pra ser feliz.
Estou entre irmãos, não tenho o que me preocupar
Pois aonde vou, sempre tem um pra me salvar
Quem não tem culhões, é um covarde sem ciência
Que usa palavrões, e usa sempre a violência
Mas digo pra você que sua vida é passageira
Ninguém vai se lembra, será varrido com a sujeira
E se os ematômas do ego não cicatrizar
É porque bem lá no fundo, você sabe se amar.
Me põe na cama, me leve, para o seu lar
Me dê o drama, carregue, tudo pro altar
Saia da lama, rupestre, é só se polarizar
Sente a trama, apresse o metaforizar.
Assis, Giovane.
Algo Mais Que o Verbo "Ter".
Eu quero te mostrar o que você nunca viu
Eu quero te levar pra onde você nunca foi
Eu quero te mostrar como o meu mundo é febril
Diante das promessas que ficaram pra depois.
E agora, o que irá fazer?
Perder a memória, ou se perfazer?
Se perfazer em glória? Que glória há em perder?
E a minha percepção me diz, quando ao te ver
Que nada daquilo foi em vão, e que ainda resta um vago querer.
Você não concorda, e vai buscar prazer
No que te encomoda, e que te tras lucidez
Em versos, frases, vídeos, fotos, na frente do computador
Sem nexo, sexo frágil inrustido em seu interior.
Você vem e chora, eu cuido de você
Você vai embora, sem eu perceber...mas...
Que paixão simplória! Destas de TV!
Que sempre explora o meu surpreender
Quando nestas horas, me vejo tão demodê.
Mas que droga, o que vou dizer?
Desta história...resta-me esquecer
Se discorda, mostre-me uma vez
Sem discórdia, algo mais que o verbo ter.
Assis, Giovane.
Eu quero te levar pra onde você nunca foi
Eu quero te mostrar como o meu mundo é febril
Diante das promessas que ficaram pra depois.
E agora, o que irá fazer?
Perder a memória, ou se perfazer?
Se perfazer em glória? Que glória há em perder?
E a minha percepção me diz, quando ao te ver
Que nada daquilo foi em vão, e que ainda resta um vago querer.
Você não concorda, e vai buscar prazer
No que te encomoda, e que te tras lucidez
Em versos, frases, vídeos, fotos, na frente do computador
Sem nexo, sexo frágil inrustido em seu interior.
Você vem e chora, eu cuido de você
Você vai embora, sem eu perceber...mas...
Que paixão simplória! Destas de TV!
Que sempre explora o meu surpreender
Quando nestas horas, me vejo tão demodê.
Mas que droga, o que vou dizer?
Desta história...resta-me esquecer
Se discorda, mostre-me uma vez
Sem discórdia, algo mais que o verbo ter.
Assis, Giovane.
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Ao Contrário De Você.
Eu sempre penso em estar tão sozinho
Mas sozinho nunca ninguém está
E logo, sinto um vago vazio
Que me acorda pro mundo de cá
Mas logo a dor me atrai pra'um martírio
Que me desanda pro lado de lá
E novamente me vejo sozinho
Deteriorando-me por não amar
E a paixão me vendo de cantinho
Logo, pediu uma chícara de chá
Se acomodando em meu mar de onírio
Convidando-a então, para entrar
Mas percebo logo o teu charme ofício
Que encanta os pobres só por encantar
Só que depois já virou um vício
Um breve homicídio do meu bem estar
Você foi emborora sem deixar vestígios
Levando meus sentidos num breve piscar.
E eu já te disse que as coisas lá fora
Não são tão parecidas como quem se vê
Entorpecidamente está a sua memória
Agora, se consegue, não quer perceber.
Parece mesmo que estas decidido
Que a sua mente estas a perecer
Nos mármores da ignorância e absolvido
Por males da infância que habitam teu ser.
Mas devo te dizer que devo um obrigado
Por ter tocado minha tristeza outra vez
Pois agora sei que o mundo é ordinário
E que a vida é ingrata com meu conviver.
Não posso te dizer onde estão as saídas
Mas pelas avenidas encontro o meu ser
Caído em solidão, em meio às bebidas
Pela bela boêmia de cada entardecer.
E ao amanhecer, sopro a vida
Com despreguiça, levanto-me
Quero ver o dia, quero querer ver
Sempre, em minha sina
Ao contrário de você.
Assis, Giovane.
Mas sozinho nunca ninguém está
E logo, sinto um vago vazio
Que me acorda pro mundo de cá
Mas logo a dor me atrai pra'um martírio
Que me desanda pro lado de lá
E novamente me vejo sozinho
Deteriorando-me por não amar
E a paixão me vendo de cantinho
Logo, pediu uma chícara de chá
Se acomodando em meu mar de onírio
Convidando-a então, para entrar
Mas percebo logo o teu charme ofício
Que encanta os pobres só por encantar
Só que depois já virou um vício
Um breve homicídio do meu bem estar
Você foi emborora sem deixar vestígios
Levando meus sentidos num breve piscar.
E eu já te disse que as coisas lá fora
Não são tão parecidas como quem se vê
Entorpecidamente está a sua memória
Agora, se consegue, não quer perceber.
Parece mesmo que estas decidido
Que a sua mente estas a perecer
Nos mármores da ignorância e absolvido
Por males da infância que habitam teu ser.
Mas devo te dizer que devo um obrigado
Por ter tocado minha tristeza outra vez
Pois agora sei que o mundo é ordinário
E que a vida é ingrata com meu conviver.
Não posso te dizer onde estão as saídas
Mas pelas avenidas encontro o meu ser
Caído em solidão, em meio às bebidas
Pela bela boêmia de cada entardecer.
E ao amanhecer, sopro a vida
Com despreguiça, levanto-me
Quero ver o dia, quero querer ver
Sempre, em minha sina
Ao contrário de você.
Assis, Giovane.
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Deixe o Tempo Passar.
Dizem que nada vai dar certo, e que você nunca vai conseguir
Dizem que tudo o começa não termina, e que é sempre assim
Erra agora, e erra ali, erra sempre, e denovo a seguir
Mas relaxe meu amigo, é só ter paciência
A vida é bela, então por isso, siga a sorrir, felicidade não tem concorrência
Porque cada um corre atrás da sua, e enfim, todos temos recompensa.
Olhe pra aquele velho moribundo ali
Sinta a velhice no decorrer do tempo
Em tudo que existe, de tudo que me lembro
A prova viva de que a vida é breve
Olhe aquele menino já rebelde, já não me reconhece
Já tem quase meu tamanho, peguei até no colo
Agora já malandro, já não vai mais pra creche
Já começou andar em bando, de carteira e cpf.
Ah! Como o tempo passa
Ah! Como o tempo passou
Ah! E o tempo passa
E a gente nem fitou.
E com o tempo, vão-se todas as flores, e vão as ruas, e as pessoas
Vão todos atos e todos rumores, até a água pura, até as coisas boas
Mas também vão as coisas ruins, que passam por mim, e passam por você, e voa
Como um ar contaminado de problemas, de respostas, e enfim, aquele sinal soa
Dentro da sua mente, é a sua percepção, te avisando pra viver o agora
E se esquecer que existe um fim, e viver o seu espaço, nem se preocupar com horas.
É como se esquecer que existem as mentiras, e acreditar em todas elas
É como adormecer na casa do inimigo, e receber café na cama
É como lorotas, como as fofocas, que sempre acabam em cana
Porque a verdade prevalece, pra cada um que se conhece, e que se ama.
Ah! Deixe o tempo passar
Ah! É só você o seguir
Ah! Deixe o tempo levar
Pra onde você decidir.
Assis, Giovane.
Dizem que tudo o começa não termina, e que é sempre assim
Erra agora, e erra ali, erra sempre, e denovo a seguir
Mas relaxe meu amigo, é só ter paciência
A vida é bela, então por isso, siga a sorrir, felicidade não tem concorrência
Porque cada um corre atrás da sua, e enfim, todos temos recompensa.
Olhe pra aquele velho moribundo ali
Sinta a velhice no decorrer do tempo
Em tudo que existe, de tudo que me lembro
A prova viva de que a vida é breve
Olhe aquele menino já rebelde, já não me reconhece
Já tem quase meu tamanho, peguei até no colo
Agora já malandro, já não vai mais pra creche
Já começou andar em bando, de carteira e cpf.
Ah! Como o tempo passa
Ah! Como o tempo passou
Ah! E o tempo passa
E a gente nem fitou.
E com o tempo, vão-se todas as flores, e vão as ruas, e as pessoas
Vão todos atos e todos rumores, até a água pura, até as coisas boas
Mas também vão as coisas ruins, que passam por mim, e passam por você, e voa
Como um ar contaminado de problemas, de respostas, e enfim, aquele sinal soa
Dentro da sua mente, é a sua percepção, te avisando pra viver o agora
E se esquecer que existe um fim, e viver o seu espaço, nem se preocupar com horas.
É como se esquecer que existem as mentiras, e acreditar em todas elas
É como adormecer na casa do inimigo, e receber café na cama
É como lorotas, como as fofocas, que sempre acabam em cana
Porque a verdade prevalece, pra cada um que se conhece, e que se ama.
Ah! Deixe o tempo passar
Ah! É só você o seguir
Ah! Deixe o tempo levar
Pra onde você decidir.
Assis, Giovane.
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